MADA NA MÍDIA

Neste espaço disponibilizamos reportagens sobre o MADA veiculadas na mídia.
Em todas as matérias o anonimato das integrantes é preservado.

 

BLOG EU, TU, ELAS : https://feminismonapratica.wordpress.com/2015/12/20/mulheres-que-amam-demais-anonimas-um-programa-de-sororidade-contra-relacionamentos-abusivos/

MULHERES QUE AMAM DEMAIS ANÔNIMAS: A SORORIDADE CONTRA RELACIONAMENTOS ABUSIVOS
“Amar demais, amar errado, se amar de menos. Ao entrar a primeira vez em uma sala do grupo MADA – Mulheres que Amam Demais Anônimas, a única coisa que eu conseguia enxergar era a primeira dessas definições, pois acreditava com veemência que era amor o que sentia e que a razão da minha vida e a solução de todos os meus problemas era estar ao lado do homem que me rejeitava.”

Sororidade é o sentimento de irmandade entre as mulheres. É também a base do MADA!

(Ilustração: Helô D’Angelo)

Sororidade é o sentimento de irmandade entre as mulheres. É também a base do MADA!

Quando uma mulher ainda não descobriu o amor mais importante de todos – o amor próprio –, muitas vezes ela é capaz de tudo para estar ao lado do “amor da sua vida”, aceitando um relacionamento abusivo, uma relação destrutiva e até mesmo violenta. Obviamente, não culpamos as vítimas, pois o homem violento, agressivo e abusivo é o causador e responsável por essa situação. Mas porque em muitos casos a mulher não consegue sair dessa relação, não consegue se sair desse relacionamento?

“Amar demais” muitas vezes é relacionado apenas a mulheres extremamente ciumentas ou que apanham em casa. Mas, na verdade, a obsessão amorosa é um problema mais amplo, chamado de amor-patológico (caso de estudo até no Hospital das Clínicas), que é muito mais comum do que se imagina. O amor-patológico é uma doença que mata – totalmente derivada da sociedade machista em que vivemos. Sabemos que homens também sofrem desse mal, mas nosso grupo é focado para as mulheres oferecendo um espaço seguro de partilha e apoio.

O grupo funciona através dos 12 Passos e 12 Tradições baseados nos Alcoólicos Anônimos, com o foco em relacionamentos destrutivos. O termo amar demais foi estabelecido pela terapeuta e escritora Robin Norwood, e a partir do livro Mulheres Que Amam Demais foi fundado o Grupo MADA. O termo se aplica para relacionamentos de qualquer natureza: afetivo-sexual, familiar, de trabalho, de amizade etc.

As mulheres que participam de MADA vêm normalmente de lares destrutivos, e acabam por exercer padrões de comportamento aprendidos na infância para tentar modificar os outros, envolvendo-se sempre em relacionamentos parecidos com aqueles do passado.

Não só, mas principalmente, esses relacionamentos são no campo amoroso, causando um profundo desespero e desamparo. Por exemplo: se uma mulher teve um pai alcoólatra ou abusivo, ou uma mãe controladora, é bem provável que ela se envolva nesse mesmo tipo de relacionamento no futuro. Isso não é regra, mas vale ler o livro para entender mais.

“Passei por relações com homens extremamente machistas, alguns que me denegriam e também passei por uma agressão física. Simplesmente não conseguia me desligar deles, os enxergava como “boas pessoas” e sempre acreditava que eu era a causadora dos problemas. Tentei suicídio quando fui abandonada, para mim era inconcebível a separação, porque sempre que tentava, sentia um vazio e desespero ainda maior do que o de estar numa relação abusiva e doentia. Estar em um grupo de 12 passos salvou minha vida”

Encarar o fato de ficar sozinha e olhar para a própria vida sem ter um parceiro (ou parceira – vamos lembrar que relações homoafetivas não estão livres de abuso) é um dos maiores desafios para uma mulher em uma sociedade na qual o sinônimo de felicidade e sucesso é estar numa relação amorosa. Então, muitas vezes por vergonha ou medo, a mulher continua ao lado do seu abusador, acreditando inclusive que um dia poderá salvá-lo, mudá-lo e ter um relacionamento saudável. Esse tipo de relação é insaciável e perigosa e o risco de usá-la como vício é enorme. Em muitos casos, quanto mais dolorosas as interações, mais distração e adrenalina elas podem oferecer e sair desse ciclo vicioso se torna praticamente impossível.

“Tentei o suicídio mais de uma vez. O grupo me deu um alívio imediato, pois naquelas mulheres encontrei sororidade de verdade, com abraços e sorrisos sinceros e a promessa de nunca mais ficar sozinha (o que era meu maior medo, na realidade). Essas mulheres salvaram a minha vida literalmente. “

Cada caso é único, algumas mulheres são ameaçadas e se sentem impotentes e amedrontadas, outras dependem financeiramente do parceiro, mas muitas não conseguem se desligar porque acreditam que é melhor estar com ele do que sozinha. Não descobriram sua própria força interior e sua capacidade, principalmente pelo machismo que reina na nossa sociedade e por isso são incapazes de se enxergarem potentes e empoderadas. Afinal, não existe mulher que goste de apanhar (literal ou figurativamente): o que existe é mulher HUMILHADA demais para denunciar, MACHUCADA demais para reagir, com MEDO demais para acusar, POBRE demais para ir embora. O MADA pode ajudar a mulher a encontrar essa força interna e capacidade para mudar sua própria vida.

“Frequentar o grupo MADA salvou minha vida, me devolveu a sanidade, me fez descobrir o amor próprio e aprender a aproveitar o prazer da minha própria companhia. Hoje sei que não preciso de alguém para me validar, não preciso de uma relação para ser uma mulher completa. Foi nesse grupo que descobri o poder imenso que as mulheres têm quando se unem, somos capazes de salvar vidas, pois juntas somos muito mais fortes. Hoje sei que sou merecedora do melhor que a vida pode proporcionar, não quero mais um amor que me tire do chão, mas sim um que me coloque ainda mais em equilíbrio. “

Da fraqueza veio a força. No grupo aprendemos que para viver com esses problemas é preciso encarar somente um dia de cada vez, e por isso as mulheres do grupo continuam voltando: “Me ajudo ajudando outras. A mulher que chega assustada hoje é a menina que eu fui ontem. Preciso estar lá para abraçá-la e prometer aquilo que já me foi cumprido inúmeras vezes desde que cheguei: não estamos mais sozinhas”

Temos mantido as portas abertas com nossas próprias contribuições em São Paulo desde 1994, abrindo diversos grupos desde então e continuamos recebendo mulheres de todos os lugares. Temos muitos grupos por todo o Brasil. As próprias integrantes são responsáveis pelo grupo como um todo, não havendo profissionais de aconselhamento ou terapeutas. Uma integrante ajuda a outra através dos depoimentos. As relações dentro do grupo são totalmente horizontais.

“A coisa mais maravilhosa para mim é ver o brilho nos meus olhos todo dia quando olho no espelho, algo que eu não imaginava que veria um dia. É ver esse mesmo brilho aparecendo nos olhos de cada mulher que continua voltando às nossas reuniões.”

Esperamos que com este texto possamos atingir mais mulheres que buscam ajuda para conseguir se relacionar melhor consigo e com os outros, encontrando relacionamentos saudáveis e realizadores, que permitam a todas serem tudo aquilo que são capazes de ser.

Para mais informações, por favor acesse www.grupomadasp.com ou mande um e- mail para coord.madasp@gmail.com

* As autoras deste texto pediram anonimato, para preservar as próprias identidades e para manter a horizontalidade do MADA. Claro que a gente deu <3

UMA ANÁLISE SOBRE O PERIGO DE AMAR DEMAIS


RÁDIO CÂMARA
A idealização do amor é quase irresistível. De repente vem aquela sensação de se sentir completo, de que a felicidade realmente chegou e que agora teremos alguém com quem dividir todos os segredos. A busca desse sentimento de completude é tão grande, que muitas vezes ultrapassa o racional.

O amor demais compromete a individualidade das pessoas, exigindo entrega total e sem reservas. A psicóloga e professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Jane Felipe, aponta que as mulheres acabam por fazer concessões em nome desse amor sem limites. Um exemplo disso é não exigir o uso do preservativo nas relações sexuais.”Por amor eu me entrego, eu confio plenamente, cegamente, e um dos efeitos desastrosos dessa idealização do amor romântico, por exemplo, são os altos índices de contaminação pelo HIV de mulheres. Então eu diria que as mulheres têm uma educação muito mais romantizada, muito mais idealizada do que os homens”.

Jane Felipe destaca que, em nome dessa entrega, homens e mulheres se sentem no direito de vasculhar bolsas e carteiras, controlar os passos do parceiro e exigir a companhia do outro todo o tempo. Tudo isso para garantir que o amor ficará ali para sempre. Ela explica que, se para as mulheres o perigo mais freqüente é a perda da identidade, entre os homens se observa uma imensa dificuldade de aceitar a frustração. E se os meninos não são educados para aceitar a contrariedade de uma decepção amorosa, o resultado pode ser ações violentas. Jane Felipe coloca o assassinato da garota Elóa como um exemplo, em que o namorado da adolescente não aceitou o fim do namoro, invadiu sua casa e acabou por matá-la.

“Isso resulta ou pode resultar em uma possível violência, na medida em que os meninos desde sempre são educados a terem uma baixíssima tolerância à frustração. Então quando eles crescem e se deparam com um não amoroso, então a pessoa não quer mais ficar com eles, eles se sentem enfurecidos e no direito, porque vêem a mulher como propriedade, se sentem no direito de matar, de invadir a casa, de espancar etc”.

Para Jane Felipe, situações como essa só podem ser evitadas com uma educação sentimental, com o debate na escola e nas famílias. Nesse sentido, ela acha importante que desde cedo as crianças entendam que é possível ter uma vida interessante independentemente da parceria, aprendendo que as relações se transformam e não duram para sempre. Mas para discutir isso com os filhos, os pais devem rever suas posturas. Se o casal não se relaciona com carinho e respeito, o resultado esperado é que os filhos repitam padrões negativos em suas relações futuras.

Ainda que homens e mulheres busquem o amor, elas ainda são educadas para darem mais importância ao relacionamento. A psicóloga Jane Felipe aponta que grande parte das mulheres só se sente valorizada quando é escolhida por um homem. Foi dessa forma que a empresária Ana se sentiu durante muito tempo. Criada em uma família onde o pai bebia e a mãe era muito submissa, ela se acostumou a dar tudo de si nas relações, a não estabelecer limites para conseguir se sentir amada. Um dia, ela foi a uma reunião do grupo MADA, Mulheres que Amam Demais Anônimas, e percebeu que a necessidade de afeto também pode ser um vício.

“E desde a primeira vez quando eu cheguei ao grupo, desde a primeira reunião que eu assisti, que eu ouvi os depoimentos, eu percebi que o meu problema interno era meu, com a minha infância, com a minha criação, e que não era uma coisa relacionada com um homem específico. Aí eu fui ver que eu era uma codependente sentimentalmente. Eu sou bem sucedida financeiramente, mas emocionalmente eu precisava de um homem ao meu lado, senão eu não estaria completa”.

É difícil pensar no grupo de mulheres que amam sem o preconceito, sem o rótulo de que são mulheres desequilibradas falando de suas decepções. Mas a reunião surpreende pela diversidade de histórias, pela profundidade dos depoimentos. E são relatos comuns, daqueles que ao menos uma vez na vida já se ouviu de uma amiga próxima. São mulheres jovens e maduras, de profissões variadas, algumas delas muito bonitas.

É o caso de Julia, de 25 anos. Loira, bem vestida, traços delicados. Quem olha, acharia impossível que ela tivesse problemas afetivos. Mas ela conta que procurou o grupo MADA há três anos, quando estava em meio a uma relação com um dependente de cocaína.

“Porque eu queria tomar conta, eu queria ser mulher, amante, mãe, irmã, eu queria ser tudo, e isso esgota, entende? E fui percebendo que isso não era sadio. E aí que eu comecei a querer. Qual é o meu problema? Eu sempre me fazia muito essa pergunta, qual é o meu problema?

Julia conta que vem de uma família ajustada, o casamento de seus pais é harmonioso. Ou seja, a dependência afetiva não necessariamente está relacionada com um lar conflituoso. Ela fala que seu padrão é se envolver totalmente com a vida e com os problemas do outro, mas analisa que quem age dessa forma não faz isso por amor, mas sim para se tornar necessária e controlar o parceiro.

“Porque um padrão da co-dependência é o controle. E se você ser boazinha, quer ser perfeitinha demais, é porque você quer controlar aquela pessoa. E hoje, não vou dizer que me curei disso 100%, mas eu me cobro, fico me vigiando para não querer mais me envolver na vida de ninguém, cada um tem a vida que quer, se a pessoa optou por um estilo de vida, o problema é dele. E outra coisa, quando eu me deparo com certos relacionamentos em que o homem que tem um comportamento que não é saudável, isso não me atrai mais”.

O grupo Mulheres que Amam Demais funciona nos mesmos moldes do AA, os Alcoólicos Anônimos. Nas reuniões, ninguém dá conselhos ou pretende resolver os conflitos alheios. São apenas leituras que falam dos 12 passos para superar a dependência afetiva, além dos depoimentos. Os nomes das mulheres aparecem na reportagem foram trocados, para manter o anonimato que caracteriza o grupo. Mais informações podem ser encontrados na página do grupo na internet, que é grupomadasp.com.

 QUANDO O AMOR DEIXA DE SER SAUDÁVEL E VIRA DOENÇA

O apresentador Ronnie Von, do programa Todo Seu, e o psiquiatra Luiz Cuschnir discutem sobre as mulheres que amam demais e quando o quando o amor deixa de ser algo saudável e vira doença

QUANDO AMAR SIGNIFICA SOFRER

REVISTA MAIS – Quando pensamos em amor, tendemos a imaginar algo sublime, dotado de prazer e aspirações. Entretanto, a prática amorosa, muitas vezes, desmente essa idealização de relacionamento e aparece com algumas dificuldades. Dessa forma, a experiência de amar pode ser de alegria para uns, mas de dor e sofrimento para outros. E esse é o tipo de amor cultivado pelas mulheres que procuram o grupo de autoajuda Mulheres que Amam Demais Anônimas (Mada), que tem como objetivo a recuperação da dependência de relacionamentos destrutivos.

“Eu sou uma Mada em recuperação. Terminei meu relacionamento há nove meses. Fui vítima de uma pessoa louca, viciada, que me usava como escudo para cometer seus descontroles. Eu, apaixonada, não enxergava o mal que essa pessoa me fazia. Sofri muito no começo, pois não imaginava viver sem ela, mas, hoje, tenho a plena certeza de que a pessoa mais importante na minha vida sou eu mesma. Eu me esqueci, me apaguei, mas reagi a tempo de ressuscitar esse meu ‘eu’ que estava sufocado. É preciso coragem, força de vontade e pensamento positivo para modificar os próprios caminhos”. Esse é o depoimento de Joana, uma mulher que ainda participa do grupo. O nome é fictício, afinal, o Mada preserva a identidade de seus participantes.

As representantes do grupo oficial do Brasil afirmam que as reuniões, que acontecem uma vez por semana, funcionam como uma troca de experiências e de superação. “Não se devem dar conselhos. Todas são bem-vindas a partilhar suas experiências e o que as ajudou a se sentirem melhor. O tratamento se baseia em espelhos, não em conselhos”, explicam.

Não há mensalidades ou honorários a serem pagos para unir-se ao Mada. As contribuições são feitas de forma voluntária, e usa-se o dinheiro arrecadado para pagar o aluguel das salas, comprar livros referentes ao tema e manter os próprios módulos de literatura. Para participar, basta procurar a unidade mais próxima.

De acordo com o grupo, “o Mada propõe à mulher recém- chegada que dê ao grupo e a si mesma uma chance, assistindo a seis reuniões consecutivas pelo menos, que serão chamadas de “primeira vez”, mesmo tendo dúvidas sobre se o grupo é o lugar apropriado para a sua recuperação. “Acredita-se que seis vezes são um bom tempo para que a recém-chegada possa decidir se existe identificação com a problemática do grupo e se quer trabalhar sua recuperação com o Mada”, dizem as representantes.

Durante as reuniões, são seguidos 12 passos, que acontecerão de acordo com a evolução da mulher que ama demais em sua recuperação. Além disso, as 12 tradições ajudam a manter a unidade do grupo. Apenas a própria mulher será capaz de avaliar se conseguiu se recuperar. “As características de quem deixou de amar demais são várias. A autoestima se torna alta. Ela passa a valorizar a própria serenidade acima de tudo. É protetora de si mesma, de sua saúde e de seu bem-estar. Quando um relacionamento é destrutivo, ela é capaz de abandoná-lo sem experimentar uma depressão mutiladora”, diz a literatura do grupo.

Perguntas frequentes sobre o grupo

Como receber ajuda?
Provavelmente, alguém falará sobre uma situação que se assemelha à sua. A partir de uma experiência pessoal, e sem dar conselhos ou fazer interpretações psicológicas, é oferecida ajuda. Mesmo que não encontre ninguém nas mesmas condições que as suas, poderá se identificar com a forma com que muitas das mulheres sentem os efeitos que a dependência de pessoas produz em suas vidas.

Quem vai ao grupo precisa dizer alguma coisa?
Não. Se preferir, pode somente escutar. A mulher é livre para escolher, mas a experiência indica que compartilhar com pessoas que entendem seu problema traz muito alívio. Guarda-se o que serve e descarta-se o resto.

Alguém saberá que estive aqui?
Não. Recomenda-se respeitar o anonimato de cada participante. Usam-se apenas os nomes das mulheres. Não se fala das mulheres que participam das reuniões nem é repetido o que é ouvido delas. Protege-se também o anonimato daquelas pessoas das quais as mulheres são dependentes.

Trata-se de uma irmandade religiosa?
Não. Aceita-se a ideia de que há um poder superior, que nos ajuda a resolver os problemas e a encontrar a paz espiritual. A crença de cada mulher é uma questão pessoal e, portanto, respeitada como tal.

Quem dirige esse grupo?
Todas as mulheres. Porém, para manter a ordem se conseguir um funcionamento uniforme, elegem-se as coordenadoras do grupo, que irão exercer suas funções. Todas trabalham como voluntárias para se manter o local organizado.

E agora, o que é que eu faço?
Para as Madas, tem sido útil assistir regularmente às reuniões de Mada, falar com alguém antes e depois das reuniões, entrar em contato com as demais companheiras, telefonar para elas entre uma reunião e outra, compartilhar os problemas com um grupo que as entende, respeita e não julga. É oferecido a você compreensão e solidariedade. Se, após seis reuniões, você decidir continuar participando dos encontros, o grupo Mada, de mútua ajuda, estará esperando por você, para podermos trabalhar todas juntas.

Origem
Baseado no livro “Mulheres que Amam Demais”, de 1985, da autora Robin Norwood, o grupo Mulheres no Brasil, o primeiro grupo Mada, foi aberto em São Paulo, por uma mulher casada com um dependente químico, que se identificou com a proposta do livro. A primeira reunião ocorreu em 16 de abril de 1994. Em seguida, no Rio de Janeiro, em 6 de julho de 1999. O grupo Mada cresceu, e, atualmente, são realizadas mais de 45 reuniões semanais no Brasil, distribuídas em 14 Estados e no Distrito Federal, além de Carcavelos, em Portugal, e de Caracas, na Venezuela.

Para obter mais informações sobre o grupo, acesse o site grupomadasp


COMO O MADA AUXILIA AS MULHERES QUE SOFREM POR AMAR DEMAIS

Neste vídeo, mulheres contam as dificuldades que enfrentam por amar demais

2 comments

  1. Leticia Marques says:

    Olá, tudo bem?
    Meu nome é Letícia e eu faço faculdade de jornalismo da Universidade Mackenzie. Estamos pensando em fazer uma matéria focada no grupo de vocês, porque acreditamos que seja um grupo que ainda muitas mulheres precisam ter conhecimento. Seria para matéria de jornalismo literário e pensamos em entrevistar alguém do grupo, mas seria tudo anonimamente. Queria saber o que vocês acham e se seria possível! Muito obrigada, beijos.

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